quarta-feira, 3 de julho de 2013

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vou me renovando de fase em fase

vou aceitando acontecimentos inéditos

tento ir caminhando, construindo momentos

algumas situações me pedem mais esforço

e vem uma pontada tão grande
quando realizo
que às vezes me falta esse vigor

esse sentimento de exalar minha essência

e inevitavelmente esperar um bombardeamento digno

evidente de um compartilhamento bonito de nossos olhares...

são nessas noites
que sinto uma ausência

24.06.13

terça-feira, 2 de julho de 2013

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tenho que saber fazer escolhas mais sábias

(de que ponto de vista?)

do meu, por me achar - às vezes - idiota ao ficar pensando e se e se e se e se e se

ou: já fiz, e agora e agora e agora - e agora?

- ecoa.

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eu vou estar sempre matutando as atitudes de alguém.
eu tive a personificação do meu maior dilema.
assim, na minha frente.
à mercê da minha escolha.
e claro, escolhi o racional, o maçante, a estimulação.

Parece que eu não enxergo objetividade.
Parece que eu tenho medo de abraçar a espontaneidade.

Ou então, eu tô louca.
e é tudo normal.
       - se, eu pensar que tudo é distinto.

(mas pensado bem, eu não preciso me moldar às diferentes situações; preciso reconhecer e dar credibilidade ao meu impulso).
seria mais fácil se eu não soubesse.

mas eu não conheço a possibilidade do não saber.

quando paro pra pensar, já tá tudo pensado e as coisas começam a se esclarecer diante de mim como se fosse óbvio/lógico que tudo que acontece é mera explicação pra tudo que sou - pra tudo que me faz.

e no fundo, admito que tudo isso aí faz o maior sentido. porque foi tudo racional.

e que saco. cansei, tô cansada.
eu não quero mais parar depois e chegar à conclusão que fiz a escolha errada (de novo) e, justamente, por matutar demais.
mas eu vou estar sempre matutando as atitudes de alguém.


é isso, na real.
eu pressuponho as coisas e depois não consigo fechar meus olhos pras possibilidades de merda.
acho que tá na hora, realmente, de começar a repensar as minhas últimas escolhas.
tudo condiciona-me a levar isso em consideração.
é uma visão muito grande do todo...

acho difícil agir minuciosamente em cada parte...
apesar de achar extremamente imprescindível tudo ir de parte em parte... é por aí que começa essa tremenda turbulência fudida.
é difícil conciliar meus movimentos enquanto estou escalando, sabendo - porque eu acredito ter visto - o que me espera lá em cima. é uma piração louca desnecessária que passa por mim várias vezes por segundo.

eu saberia reger tudo isso se eu não tivesse a um passo de uma (talvez) descomplicação.
(considerando o racional gerando a fragmentação dos acontecimentos; com uma grande oscilação; às vezes, com o anulamento das ondas... e o impulso, gerando o estopim para o que era iminente, se estabilizar numa frequência... ponderada...)
detesto não decifrar as atitudes. não sou adivinha, porra.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

entropia e uma música. ah, e uma situação. complicada, por lá dizer

concordo que há uma desordem crítica.



mensuremos o grau de irreversibilidade.



quão maior a desordem, maior a energia que se propagará dessa iminência...

ou basta um movimento; tudo pode se reposicionar, as concepções podem passar a ter outros encaixes... tudo pode tomar uma forma diferente!



nova, talvez.



saquei tudo.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

é por eu não achar justo comigo mesma

nem com você

nem com ela.



quero me poupar,

quero poupar todas nós dessa situação... 

(dualidade dualidade dualidade)

(perspectiva ofuscada)

(prospecções divididas)
(e eu não consigo me decifrar nessa hipérbole de coisas boas se afogando na vastidão e infinidade)

(vastidão é o dentro da minha cabeça)

(infinidade é a frequência do que se passa. lá dentro, aqui fora. lá fora, aqui dentro.)

(nunca pára. nunca pára. nunca pára.)

(penso nisso. penso naquilo. penso penso penso)



então eu joguei, toda e qualquer coisa bonita que poderia sair desse grande potencial de sintonia, pelos ares;



planos que eu tinha...

ideias geniais que eu queria por em prática...



joguei tudo fora, porra.



mas como é que eu vou saber se é isso mesmo?

como é que vai ser quando, um dia, eu olhar pra trás e desejar tudo isso?



e você tava tão linda aquele dia, deitada no gramado...