quarta-feira, 23 de novembro de 2011

I'm so out of my mind those days... is not that I don't know what I want, is that I know what I don't want. And sometimes it feels just heavy, because pratically nobody gives a shit, nobody cares. If it was not enough - my head full with stuff that really care, that I should be trying fo focus the most-, I keep on thinking and reminding and digging something that was suposed to be 7 feet under. I have no fucking idea of why this happens. I just wish I could know how to stop it. Is there a solution? Does it ever go away? - I don't even know if I want this to go away... I have never written, or put it out this way before, but I don't even know if I want this to end. I think we didn't even had the chance to try something... how can this be over? I don't know if in the future we'll be able to try something... I don't know anything.

I just wish I had some answers. I'm tired of being the seeker of answers, why can't I be the question for once? I'm tired, exhausted of trying to understand me, you, everybody. Nobody wants to be understood - but sometimes they are just so predictable... and sometimes so disappointing.

...
I don't even know where I'm going, which conclusion I'm taking out of it. I'm tired of not having any conclusion. I'm tired of no closer at all. I'm tired of being thrown at the shore... Why can't I just be on the ground or swimming in the sea? Do I always have to be thrown aside? It hurts. It consumes me. It makes me shiver.

I'm out of my mind. I don't feel my feet stablished on the ground. I don't know where I'm going, where this is all taking me...

just fuck it. fuck it all. I need my time back. My time to be myself.
Talvez eu procure por um padrão. Talvez a explicação seja a realização de um padrão. Então analiso. Tento achar comportamentos semelhantes, reações condicionadas -premeditadas-, pensamentos impensados... E não chego a nada. Quanto mais penso que sei o meu padrão, mais perto da conclusão de que meu padrão não existe, eu fico. Não sei se é bom. Sei que não gosto de seguir rotinas. Vou com o fluxo... mas apenas o fluxo das minhas vontades - não quero nem vou agir de acordo com o que os outros põem em pauta-. Querendo ou não é a minha vontade... Então posso generalizar! - O negócio é que não posso generalizar. As coisa são relativas, dependem de tudo. Então novamente, minha conclusão é nenhuma. Tenho padrão e não tenho padrão. Só sei que sigo um fluxo e quem sabe um dia ache meu padrão, ou quem sabe ate uma conclusão...

domingo, 20 de novembro de 2011

everything will be fine. it's just a soft storm, it will be gone soon. all the thunders will silent down and we'll see a calm field up on a mountain where we can look and see everything we achieved and everything that is still yet to come
just believe on time, try to believe in people

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if i've got anything to do with you feeling bad, all i can say is i'm sorry. don't ask so much from me right now, i can barely walk with my feet on the groud. everything's really messy. but i promise, it will all be fine
Amor é necessário mas as vezes há o contentamento. Ou conveniência? Ou covardia? Ou dúvida? Ou impotência?... Às vezes aquilo pode ser o que a pessoa mais quer, mais deseja... mas há o comodismo - tantas palavras para descrever esse talvez... E mesmo assim às vezes parece ser a melhor saída -ou melhor fingimento... É necessário, mas é preciso pois é muita precisão ao escolher os poucos afortunados do amor.

Desse amor...
O tal amor.

... O nosso amor. Aliás, o que era? 'Doutor acho que estou perdendo a cabeça!'

Mas é perdendo a cabeça que cada vez mais você fica mais perto da utopia? Ou a gente nunca acerta?
Tudo é relativo. Você pode gostar de acertar e ter aquilo por um longo período ou você pode ser conveniente, comodista e gostar de momentos e momentos que têm fim. E eu poderia continuar, mares e mares afora com o nosso ex-futuro amor... Não chegaria à conclusão alguma... Conclusão?
Ainda existe conclusão? Acho que estou confundindo com muita pretensão... É muita destreza. E me vou.

Me vou. Para quem sabe, um dia, encontre o amor.

preta pretinha..

"Eu sou um pássaro que vivo avoando
Vivo avoando sem nunca mais parar"

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I actually thought it would take a while longer to almost feel this again.

you amaze me.

you... just leave me with no words.

you confuse me.

you mess with me.

that's messy... ... ...


play fairly with me.

don't leave me here searching for answers when it might not even be one.


just give me the cards straight ahead.


don't leave me the fucking doubt.

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the good thing is that you owe me nothing,
not a hi, not a goodbye, not a goodnight.
...nothing, nothing.

it just felt so good, was such a great night.
a great feeling.

it might not have any answer, but i won't be so upset;
the night could've spoken for itself.
i'd want a lot more of those nights,
but if there really are no answers, i'll be content.

what A night.
what A night...

WHAT A NIGHT!

terça-feira, 15 de novembro de 2011

"Esconder é fácil, difícil é deixar de sentir. O tempo ameniza, mas não cura. A novidade preenche, mas não substitui." - Pinocchio

sábado, 5 de novembro de 2011

venha, resposta

Que vontade súbita de saber como você está. Na verdade não é súbita, só aparenta ser porque venho tentando não pensar nisso; ignorar isso como um pensamento, sentimento, memória. Qualquer tipo de reminiscência é cortada por um brusco balanço de cabeça em que se ouve, ecoando em minha mente: 'Chega, chega de tentar reviver esses momentos'. Faço isso para meu bem, faço isso para parar de me fazer de idiota, palhaça. Queria não me importar de uma vez por todas. Queria parar de lembrar, de sonhar. Só queria parar. Pois sonhei hoje, e não gostei. Não gostei pois não quero ficar lembrando. Mas algo insiste, fica ali cutucando. Me atormentando. Me deixei ser orientada pela emoção por tantos meses... talvez eu não me arrependa, talvez eu realmente tenha tido que passar por isso. Talvez eu tivesse que ter visto com meus próprios olhos o que se deve ou não abrir mão e quando. Esse quando demorou, mas chegou. Parece que fiquei parada, por fora da situação analisando e analisando, observando e ponderando o que seria melhor fazer. Eu já sabia há muito tempo o que seria melhor, mas foi a emoção. A emoção me prendeu àquilo. E só me desprendi com um tranco. Então é. Eu tinha, sim, que ter passado por isso. Mas tá, eu já passei. Por que não dá pra parar com isso agora? Por que ainda tá levando tempo? Sai de mim emoção - preciso que a razão me puxe para cima novamente. Estou sentindo você me puxando para baixo, e para baixo. Mas não! Já tenho os antígenos, meu corpo já produz anticorpos para te combater. Espero só pelo tempo de resposta - que não deve ser mais tão demorado quanto foi da primeira vez.