domingo, 27 de março de 2011
quarta-feira, 23 de março de 2011
River of tears
When I read the message that morning, for sure
It brought tears to my eyes
that came down my face
just as melted sugar on a higher temperature;
The sugar... struggling not to fall from the spoon.
The tears... well, they struggled not to fall from my eyes;
they just couldn't be countained.
It was too much happiness, but actually, that was just a white lie.
Instantly, I started to remember the time
when I could hold your hand;
be sure that you are here.
To sit on the sidewalk and
have you by my side.
To sleep and wake up in the middle of the night,
look at you and have that feeling... stability.
Just when I had it all
something pulled me back to reality.
This anchor of a sailing ship.
Guess where he was sailing...
It brought tears to my eyes
that came down my face
just as melted sugar on a higher temperature;
The sugar... struggling not to fall from the spoon.
The tears... well, they struggled not to fall from my eyes;
they just couldn't be countained.
It was too much happiness, but actually, that was just a white lie.
Instantly, I started to remember the time
when I could hold your hand;
be sure that you are here.
To sit on the sidewalk and
have you by my side.
To sleep and wake up in the middle of the night,
look at you and have that feeling... stability.
Just when I had it all
something pulled me back to reality.
This anchor of a sailing ship.
Guess where he was sailing...
domingo, 13 de março de 2011
You know that feeling of emptiness, when you try not to expect anything from anyone, and even then you get so fucked up when it didn't come out the way you wanted? Yeah. That sucks.
Can't really explain all this. Is just so messed up. I shouldn't create any expectations, but is inevitable.
Poor me. I'll just keep on letting myself down.
Can't really explain all this. Is just so messed up. I shouldn't create any expectations, but is inevitable.
Poor me. I'll just keep on letting myself down.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Nel mezzo del camin
Cheguei. Chegaste. Vinhas fatigada
E triste, e triste e fatigado eu vinha.
Tinhas a alma de sonhos povoada,
E a alma de sonhos povoada eu tinha...
E paramos de súbito na estrada
Da vida: longos anos, presa à minha
A tua mão, a vista deslumbrada
Tive da luz que teu olhar continha.
Hoje, segues de novo... Na partida
Nem pranto os teus olhos umedece,
Nem te comove a dor da despedida.
E eu, solitário, volto a face, e tremo,
Vendo o teu vulto que desaparece
Na extrema curva do caminho extremo.
- Olavo Bilac
E triste, e triste e fatigado eu vinha.
Tinhas a alma de sonhos povoada,
E a alma de sonhos povoada eu tinha...
E paramos de súbito na estrada
Da vida: longos anos, presa à minha
A tua mão, a vista deslumbrada
Tive da luz que teu olhar continha.
Hoje, segues de novo... Na partida
Nem pranto os teus olhos umedece,
Nem te comove a dor da despedida.
E eu, solitário, volto a face, e tremo,
Vendo o teu vulto que desaparece
Na extrema curva do caminho extremo.
- Olavo Bilac
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
E depois?
O tempo me tinha,
eu tinha o tempo.
O tempo era um mês
e naquele mês você me tinha.
Agora, mergulhada na solidão
eu penso no tempo;
no tempo que poderia ter sido melhor aproveitado.
Sabíamos que deveria ser algo passageiro,
mas como poderíamos ter qualquer noção
de tempo ou espaço,
se quando estou com você tudo parece tão completo?
O resto parecia desprezível pois
Eu te tinha e
você me tinha.
Éramos eu e você, tentando conciliar
o breve infinito do momento presente,
com o vasto infinito do futuro próximo;
que a cada dia que passava,
nos chicoteava com o impacto da terrível sensação
de que logo tudo acabaria,
de que o nosso tempo se esgotaria.
E aí só na memória ficaria.
Mas eu me continha.
Tentava não me envolver por completo.
Tentava evitar a imensidão do sentimento de falta depois.
Tentei, tentei e tentei.
Mas eu a tinha;
tinha a fórmula.
A fórmula do meu sorriso;
estava simplesmente diante de mim.
Não consigo entender;
não posso entender;
não quero entender!
De uma coisa eu sei:
te quero. Aqui, agora, do meu lado.
Não por um minuto ou por uma hora.
Não por uma noite ou um dia.
Não por um mês.
Te quero por completo, inteiramente do meu lado;
que quando eu quiser te abraçar,
simplesmente poderei te abraçar,
e não esperar angustiada pela próxima vez que nos veremos.
Te quero do meu lado.
Na nossa árvore, no carro, fumando,
dançando, rindo;
olhando as nuvens...
Já ouço os pássaros.
Está amanhecendo;
e você precisa ir.
Mas tudo bem,
eu me conformo
pois ainda hoje nos veremos.
Já ouço os pássaros.
Está amanhecendo;
e eu preciso ir.
E não. Não me conformo
pois vou para longe.
Volto para a rotina.
Volto para a realidade.
Afinal, eu sabia que algum dia acabaria.
Chegaria ao fim.
Só não pensei em como lidar com o depois.
Eis o grande depois.
eu tinha o tempo.
O tempo era um mês
e naquele mês você me tinha.
Agora, mergulhada na solidão
eu penso no tempo;
no tempo que poderia ter sido melhor aproveitado.
Sabíamos que deveria ser algo passageiro,
mas como poderíamos ter qualquer noção
de tempo ou espaço,
se quando estou com você tudo parece tão completo?
O resto parecia desprezível pois
Eu te tinha e
você me tinha.
Éramos eu e você, tentando conciliar
o breve infinito do momento presente,
com o vasto infinito do futuro próximo;
que a cada dia que passava,
nos chicoteava com o impacto da terrível sensação
de que logo tudo acabaria,
de que o nosso tempo se esgotaria.
E aí só na memória ficaria.
Mas eu me continha.
Tentava não me envolver por completo.
Tentava evitar a imensidão do sentimento de falta depois.
Tentei, tentei e tentei.
Mas eu a tinha;
tinha a fórmula.
A fórmula do meu sorriso;
estava simplesmente diante de mim.
Não consigo entender;
não posso entender;
não quero entender!
De uma coisa eu sei:
te quero. Aqui, agora, do meu lado.
Não por um minuto ou por uma hora.
Não por uma noite ou um dia.
Não por um mês.
Te quero por completo, inteiramente do meu lado;
que quando eu quiser te abraçar,
simplesmente poderei te abraçar,
e não esperar angustiada pela próxima vez que nos veremos.
Te quero do meu lado.
Na nossa árvore, no carro, fumando,
dançando, rindo;
olhando as nuvens...
Já ouço os pássaros.
Está amanhecendo;
e você precisa ir.
Mas tudo bem,
eu me conformo
pois ainda hoje nos veremos.
Já ouço os pássaros.
Está amanhecendo;
e eu preciso ir.
E não. Não me conformo
pois vou para longe.
Volto para a rotina.
Volto para a realidade.
Afinal, eu sabia que algum dia acabaria.
Chegaria ao fim.
Só não pensei em como lidar com o depois.
Eis o grande depois.
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