à força de um núcleo de hidrogênio
detonado um mol de vezes,
nunca se igualaria.
Uma força pela qual
vale a pena valorizar.
Prezar por você conseguir
tê-la dia após dia;
semana após semana.
Você a tem, investe nela
toda sua energia;
se dá de si; se dá de alma.
Sobem as esperanças
que o lavram até a eternidade.
Até que essa eternidade
chega a uma finitude.
Chega por causa da
ironia do destino;
algo que nem que a força tenda ao infinito,
pode chegar a evitar.
É algo desvitalizante;
completamente arrasta todo átomo de seja lá
qual tipo de energia que eu tenha.
Seja meu coração;
Seja minha energia vital;
Seja você...
Um dia já falei sobre
a tempestade passar; que eu,
o mar; meu brilho voltaria.
E voltou; está aqui; mas ainda não me
sinto completa. Mas me sinto completa
como nunca estive.
Uma outra força, meio
eletromagnética me rege
nesse nosso fluxo, meu fluxo
de ser, estar; de não ser, nunca estar;
de contemplar, de esperar.
Faltam ações, minhas
poucas, são vagas.
Não parecem convencer a ninguém; a nada;
nem ao meu próprio destino.
Será que é daí que
surgem as ironias?
E nada concluo...
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