terça-feira, 29 de maio de 2012

divagações


'- Estou pensando se todo mal que causei, um dia dá espaço pro bem.'
'- Eu nao sei. Eu me espantei com meu estado depois de uma mudança tão drástica de cena. Sempre tentei não culpar a ninguém. Na verdade eu sei, eu deveria estar tão desinteressada nas pessoas, mas eu ainda acredito nelas - em mudanças, talvez? Mas eu não sou rancorosa. Já falei sobre isso um dia; e por mais que eu quisesse guardar algum tipo de rancor, não seria eu mesma. Então escolho seguir essa coisa inerte a mim...'
'- Já desisti de pessoas, mas de algumas só desapareci e deixei solto o que não sabia resolver. Agora passível de mudanças, continuando o que já fui, assumindo-me ( e é aí que me assusto comigo) pra poder viver. Me sinto frágil e isso não é ruim. Caramba, quantas vezes me enganei? Quantas vezes olhei realmente pra lua?'
'- Apesar de tudo, ainda é algo bom. Mas como se sente frágil se não é ruim? Todo mundo se engana; eu mesma me enganei. E agora você sabe resolver o que passou?'
'- Se sentir frágil tem a ver com não ser forte sempre, não ter uma resposta certa, reparar que tem coisas pulsando independente de mim. E eu não vou resolver o que passou. é mais forte do que eu. Porém, farei tudo o que posso... Não tenho mais nada a perder agora. (tão bom compartilhar-me contigo) Boa noite.'
'- Nunca é fácil achar a resposta certa; às vezes parece que é impossível achar. Não sei ao certo o que entender no 'fazer tudo que eu posso', mas é, não tenho nada a perder mais e seria bom algum dia chegar perto de te entender. Boa noite.'

Nenhum comentário:

Postar um comentário