A natureza vaga de tuas ações me repugnam.
Tuas palavras - cheias de destreza - me convidam
a um jogo capcioso. Não quero jogar.
Tuas traiçoeiras palavras plantam com facilidade
a esperança que fica a espera do semear,
protagonizado por tuas ações que deixam a esperar.
Até a criança iludida discerniria melhor a realidade.
Fiquei estática por muito tempo; a espera se arrastava.
Mas finalmente me despeço dessa história.
"Liberdade, tranquilidade, novidade"... Ela murmurava.
Sentava-me por entre as folhas e galhos da minha árvore
e ficávamos ali, a observar o fim da tarde. Satisfatória
companhia que me acolhia com grande saudade... Ah, minha árvore!
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