Vulcões e flores,
é um paradoxal mistério.
Exibem o sacrifício da atração e amores;
criam seu elo com um negativo critério.
A causa do crime é um tremendo magnetismo
masoquista. Querem tanto ficar juntos, mas demonstram temores
ao mergulharem no ceticismo; martírio ao se apoiarem no idealismo.
A crista da lava de um lado e, do outro, o vale de flores.
Tentam se acostumar com a ideia
de irem ao encontro periodicamente.
Mas não aguentam mais a prosopopeia.
Basta de forçá-los falar! Se quiserem
ficar calados, pois fiquem. Voltem rapidamente
à inércia contínua de não se moverem!
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