A respiração prolongada, é nefasta.
O diafragma se contrai, mas em vão é a força.
Queria sentir o toque. A vontade se arrasta.
Mas nada sente em troca, da moça.
O ar entra abrindo as vias até os pulmões,
vai levando a vida para o seu interior. Pontada!
Enquanto deveria se sentir aliviada.
Sente o grito aflito vindo das entranhas quando lembra das feições.
Nada mais sente a não ser insuficiência.
É tanto esforço, mas resta apenas a impotência.
Procura explicações... pulmões se encontram estagnados.
A hematose não acontece. Os alvéolos estão congelados.
O coração, sem oxigenação,
vai pulsando com menos frequência. Demorada palpitação.
O que era intenso, vai se amenizando.
Queria receber afago da mão.
Mas vai parando... parando...
até que o último suspiro anuncia a exaustão.
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