domingo, 20 de novembro de 2011

Amor é necessário mas as vezes há o contentamento. Ou conveniência? Ou covardia? Ou dúvida? Ou impotência?... Às vezes aquilo pode ser o que a pessoa mais quer, mais deseja... mas há o comodismo - tantas palavras para descrever esse talvez... E mesmo assim às vezes parece ser a melhor saída -ou melhor fingimento... É necessário, mas é preciso pois é muita precisão ao escolher os poucos afortunados do amor.

Desse amor...
O tal amor.

... O nosso amor. Aliás, o que era? 'Doutor acho que estou perdendo a cabeça!'

Mas é perdendo a cabeça que cada vez mais você fica mais perto da utopia? Ou a gente nunca acerta?
Tudo é relativo. Você pode gostar de acertar e ter aquilo por um longo período ou você pode ser conveniente, comodista e gostar de momentos e momentos que têm fim. E eu poderia continuar, mares e mares afora com o nosso ex-futuro amor... Não chegaria à conclusão alguma... Conclusão?
Ainda existe conclusão? Acho que estou confundindo com muita pretensão... É muita destreza. E me vou.

Me vou. Para quem sabe, um dia, encontre o amor.

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